A Casa de Bernarda Alba

Espetáculo "A Casa de Bernarda Alba"

O Espetáculo Teatral “A Casa de Bernarda Alba”, adaptação do texto do escritor espanhol Federico Garcia Lorca, foi dirigido por Walter Rozadilla e ficou em cartaz no Teatro SESI – Rio Vermelho nos dias 29 e 30 de janeiro e durante todo o mês de fevereiro de 2011, sempre aos sábados e domingos, às 20 horas.

No elenco participaram: Anna Landgraf, Fátima Barreiros, Juliana Leonesy, Márcia Maria, Maria Antônia Bandeira, Mary Jane Ramos, Nayara Auberginy, Patrícia Garrido, Reni Mendes, Rita Catarina, Roberta Rezende e Yolanda Costa.

Na equipe técnica contamos com: Walter Rozadilla na cenografia e trilha sonora; Viviane Fraga na assistência de direção; Patrícia Garrido na produção geral; Melina Aguiar na fotografia, designer gráfico e assistência de produção; Carlos Nunes no figurino e adereços; Geovane Nascimento na Iluminação, Déo Carvalho nos cabelos e maquiagem, Ewerton Matos na áudio-mídia, Rodrigo Moura na filmagem e edição de vídeo. A realização é do Espaço Aberto Vánacontramão.

Aproveitamos para agradecer aos nossos apoiadores: EMS Genéricos, MVL Incorporadora, Deja Vu Boutique Sensual, Águas de Itapuã, Pousada Monte Gordo, Alpha Fitness, Ewerton Matos, Déo Carvalho, Fernando Podólogo, Planeta Balneário, Uranus 2, Porto Farol Apart Hotel, Ellas Buffet, Gilzan Delicatessen, Armazém de Época e Ada Tem de Tudo.

Sinopse

A casa da abastada Bernarda Alba é o espaço limítrofe de convivência entre ela, que é a matriarca; a sua mãe desvairada Maria Josefina; as cinco filhas, Angustias, Madalena, Amélia, Martírio e Adela; La Poncia, espécie de governanta e, além delas, uma criada. Nove mulheres confinadas sob o jugo de Bernarda Alba, uma mãe repressora, moralista, demasiadamente preocupada com as aparências e com a vigilância dos vizinhos, e uma mulher reprovadora do caráter e das estripulias masculinas.

 

A peça de 1936 se inicia no luto pela morte do homem da propriedade. A filha mais velha Angustias, que é a mais rica, pois herdará o dinheiro do falecido padrasto, está prestes a consumar o noivado com um jovem, Pepe Romano que mantém um romance secreto com Adela, a irmã mais nova e que de todas as filhas é a que possui o espírito mais libertário patente pela sua juventude exuberante. Bernarda com mão-de-ferro, mas nem sempre com olhos atentos, não percebe que Pepe tornou-se um elemento de desagregação e manifestação de rancores entre as filhas. Bernarda é uma mulher odiada pela criadagem, pela vizinhança e pelas filhas em decorrência do seu autoritarismo e senso de moral rígido. A tensão de cada frase faz o clima tornar-se sufocante, coadunando com o calor insuportável do verão que castiga a vila. Todas as conversas são um destilar de ódio, um eco de segundas intenções, um grito silencioso de revolta. Tudo conduz a fatalidade e a tragédia.

Fotos do Espetáculo